As oito etapas são: 1. Criar uma estrutura nos treinos esportivos. 2. Verificar como os atletas se sentem no início e no final do treino. 3. Pedir devolutivas com frequência - sem repercussões. 4. Usar comunicação e linguagem com foco nos pontos fortes. 5. Dar prioridade ao consentimento para o contato físico. 6. Usar linguagem centrada na pessoa. 7. Criar uma rotina de “reiniciar” para atletas que possam ter dificuldades para controlar emoções devido ao trauma. 8. Comprometer-se a ter o relacionamento como prioridade. As oito funções na criação de um ambiente sensível ao trauma são: Usar linguagem positiva ajuda o atleta a reconhecer o que os treinadores veem nele que ele talvez ainda não tenha visto. Os pontos principais são garantir que você se refira aos atletas de forma que reflita a identidade deles. Próximo. Criar uma estrutura clara e consistente para os treinos pode ajudar a eliminar o estresse dos atletas quando eles não sabem o que acontecerá em seguida. Próximo. Perguntar sempre a um atleta antes de corrigir com toque e explicar exatamente onde suas mãos estarão quando você o corrigir. Tente outras formas de explicação antes. Próximo. Se pedir aos atletas que façam exercícios que exijam o toque entre eles, explique como eles devem pedir consentimento durante o exercício e dê alternativas ao contato físico. Próximo. De acordo com pesquisas, momentos intensos de conexão repetida podem ajudar a mudar o cérebro. Todos os treinadores têm a oportunidade de fazer isso por meio de momentos de conexão humana simples, como acenos de reconhecimento com a cabeça ou contato visual ao falar. Próximo. Isso dá a você melhor compreensão do humor e da energia dos seus atletas. Isso dá aos atletas a capacidade de influenciar o ambiente. Isso também dá a você ideias diferentes de como conduzir os treinos de forma mais efetiva. Próximo. Usar expressões como “atletas com deficiência” em vez de “atletas deficientes” é importante, porque coloca o ser humano em primeiro lugar, e a deficiência em segundo. Próximo. Frequentemente, treinadores responderem ao comportamento emocional negativo, pedindo ao atleta que se retire da atividade e se acalme. Isso pode ser exatamente o oposto do que cérebro do atleta precisa. Em vez disso, experiências rítmicas e repetitivas podem ser mais reconfortantes depois de uma reação ao estresse. As correspondências corretas são: 1. Criar uma estrutura nas sessões esportivas. Corresponde a. Criar uma estrutura clara e consistente para os treinos pode ajudar a eliminar o estresse dos atletas quando eles não sabem o que acontecerá em seguida. 2. Verificar como os atletas se sentem no início e no final do treino. Corresponde a. Isso dá a você melhor compreensão do humor e da energia dos seus atletas. 3. Pedir devolutivas com frequência - e sem repercussões. Corresponde a. Isso dá aos atletas a capacidade de influenciar o ambiente. Isso também dá a você ideias diferentes de como conduzir os treinos de forma mais efetiva. 4. Usar comunicação e linguagem com foco nos pontos fortes. Corresponde a. Usar linguagem positiva ajuda o atleta a reconhecer o que os treinadores veem nele que ele talvez ainda não tenha visto. Os pontos principais são garantir que você se refira aos atletas de forma que reflita a identidade deles. 5. Dar prioridade ao consentimento para o contato físico. Corresponde a. Perguntar sempre a um atleta antes de corrigir com toque e explicar exatamente onde suas mãos estarão quando você o corrigir. Tente outras formas de explicação antes. Se pedir aos atletas que façam exercícios que exijam o toque entre eles, explique como eles devem pedir consentimento durante o exercício e dê alternativas ao contato físico. 6. Usar linguagem centrada na pessoa. Corresponde a. Usar expressões como “atletas com deficiência” em vez de “atletas deficientes” é importante, porque coloca o ser humano em primeiro lugar, e a deficiência em segundo. 7. Criar uma rotina de “reiniciar” para atletas que possam ter dificuldades para controlar emoções devido ao trauma. Corresponde a. Frequentemente, treinadores responderem ao comportamento emocional negativo, pedindo ao atleta que se retire da atividade e se acalme. Isso pode ser exatamente o oposto do que cérebro do atleta precisa. Em vez disso, experiências rítmicas e repetitivas podem ser mais reconfortantes depois de uma reação ao estresse. 8. Comprometer-se a ter o relacionamento como prioridade. Corresponde a. De acordo com pesquisas, momentos intensos de conexão repetida podem ajudar a mudar o cérebro. Todos os treinadores têm a oportunidade de fazer isso por meio de momentos de conexão humana simples, como acenos de reconhecimento com a cabeça ou contato visual ao falar.